Para quem esperava o pior, não poderia haver resultado melhor. O Supremo Tribunal de Justiça negou o pedido de habeas corpus ao empresário Valdivino Queiroz da Silva (foto), um dos principais articuladores de uma rede de pedofilia em Roraima e que na semana anterior foi sentenciado a 76 anos de prisão pelos crimes de estupro, atentado violento ao pudor e submissão de crianças e adolescentes à prostituição.
A ministra Maria Thereza de Assis Moura entendeu que todas as evidências apresentadas nas investigações policiais são mais do que necessárias para trancafiar o réu por longos e dolorosos anos na penitenciária. Ela também considerou que Valdivino tem alto poder aquisitivo e, por conta disso, uma fuga seria eminente.
Junto com Valdivino, outras sete pessoas foram presas pela Polícia Federal em junho do ano passado, durante a Operação Arcanjo, todos suspeitos de integrar uma rede de pedofilia. Sete delas foram condenadas pelo juiz Jarbas Lacerda de Miranda da 2ª Vara Criminal, em que somadas as penas chegam a 787 anos de prisão.
O esquema envolvia o ex-procurador-geral do Estado, Luciano Alves de Queiroz, um oficial da Polícia Militar, empresários e um servidor do Tribunal Regional Eleitoral. Com exceção do irmão de Valdivino, o empresário José Queiroz da Silva, que ganhou o direito de recorrer à sentença em liberdade, os demais permanecem presos.
AGORA É A MINHA VEZ
Não somos “jorzinheiros”!
Muitos já protestaram, articularam, criticaram, espernearam, fizeram o ‘zezeu’...e com muita razão. Bom, agora é minha vez de falar sobre a ‘majestosa’ decisão de oito ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), pela não obrigatoriedade do diploma para jornalista, ocasião em que a classe foi comparada aos ilustres cozinheiros (cada um na sua, falou!).
Realmente foi um ato insano. Confesso que também me senti desprezado, afinal, são quase cinco anos de estudo dentro de uma universidade, fazendo de tudo para ser um excelente profissional no mercado, cada vez mais apertado. A decisão representa tanta coisa, principalmente questão salarial. Ou seja, os patrões poderão mudá-los ou não, segundo suas próprias vontades e interesses.
Mas a questão é: será que qualquer pessoa mesmo poderá ser jornalista? Será que a Carla Perez, e Mulher Samambaia e o Sérgio Malandro (nada contra essas pessoas, nem a favor) poderão escrever matérias em um jornal, em uma revista ou mesmo em um telejornal?
Oras, os patrões podem ser sanguinários, mas não são burros. Volto a repetir: o mercado está cada vez mais apertado e exigente. Não é qualquer ser humano, por mais engraçado ou belo que seja, poderá redigir sobre política, cidades, cotidiano, polícia, educação, religião e outras editorias do jornalismo. Até mesmo para quem está no ramo já é complicado lidar com regras, termos e outros verbetes. Nós, os estudantes, que o digamos!
A sociedade merece receber a notícia pura, imaculada e sem falha alguma. Receber em sua casa, na sua TV ou mesmo na Internet uma informação prostituída ou mesmo equivocada. Se com jornalistas formados, com diplomas emoldurados e pendurados na parede da sala de sua casa, as famosas “barrigas” são constantes, imagine uma pessoa que nunca soube o que é ética, gramática e teoria hipodérmica!
É claro que a decisão beneficia aquelas pessoas que estão há anos no mercado, sem ao menos terem passado pelos bancos da faculdade, mas quesão ótimos profissionais, capacitados e legitimados para informar. Um bom exemplo é o Boris Casoy, atualmente âncora do Jornal da Band e do Jornal da Noite (TV Band).
Mesmo com toda a balbúrdia existente em torno da não obrigatoriedade do diploma, nós, estudantes, devemos nos capacitar a cada dia. Não é porque a categoria foi desprezada pela Justiça que vamos largar os livros e as apostilas. Nem deixar de se informar em sites de notícias para viver 24 horas no Orkut. Não somos “jorzinheiros” (raio de palavra!).
Cozinheiro prepara, com muita maestria, ótimas iguarias. Jornalista prepara, com muito cuidado e afinco, uma incrível e espetacular notícia. Vivamos o jornalismo!
“Mexeu com um, mexeu com todos!”
Gangue dos Demos! Este é o nome de uma das mais perversas organizações criminosas e aterrorizantes existentes neste mundão. É lideradas por três homens sanguinários cuja principal especialidade é assassinar duramente a democracia em seus países de origem.
Entre suas características comuns estão o culto a personalidades terríveis
como Fidel Castro e Che Guevara. A saber, seus nomes são Hugo Chavez, Rafael Correa e Evo Morales, respectivamente os manda-chuvas da Venezuela, Equador e Bolívia.
Fizeram a maior zorra ao saber que um de seus comparsas mais ilustres, Manuel Zelaya de Honduras, foi destituído da liderança de sua “patota”. Prometeram torturar sem dó nem piedade a quem idealizou o golpe para tirar o ‘garotinho’ do poder, pois o lema da gangue é “mexeu com um, mexeu com todos nós!”. Para tortura, leia-se: invadir Honduras com soldados, armamentos e todo aparato militar necessário para fazer valer a democracia no mundo...opa! Mas eles não são assassinos da democracia? Confuso...
Fugindo dos largatões
E agora vamos falar de coisa boa. Hoje, em todo o planeta, estréia a tão esperada seqüência de uma fantástica trilogia: Era do Gelo 3: Dinossauros (Ice Age 3: Dawn of the dinosaurs). Em mais uma aventura, Manny, Sid, Diego e Ellie vão enfrentar as criaturas mais bizarras que já pisaram nesta terra: os dinossauros.
Não se sabe como eles apareceram, pois se considerarmos a linha do tempo proposta pela ciência, os dinossauros já estavam extintos há milhares de anos antes da Era do Gelo propriamente dita. Porém, serão estes bichos que vão fazer os heróis correrem a pleno vapor para salvar suas vidas.
Não podemos esquecer do incrível Scrat e sua luta incansável por proteger uma avelã. No filme, o pequeno esquilinho se encontra com...uma esquilinha! E que também adora avelã. Manny e Ellie esperam o nascimento de seu bebê mamute; a preguiça Sid forma sua própria família adotiva seqüestrando alguns ovos de dinossauro; e Diego, o tigre dentes-de-sabre, se pergunta se não está ficando molenga demais devido à convivência com seus amigos.
Sid acaba se perdendo e trump sai em sua procura, se aventurando por um misterioso mundo subterrâneo, onde dão de cara com os dinossauros, lutam contra plantas carnívoras de fúria assassina e conhecem uma destemida doninha de um olho só, caçadora de dinossauros, chamada Buck.
Carlos Saldanha hasteia a bandeira verde-amarela ao dirigir o
filme, mostrando que brasileiro também entende de cinema. E por falar em Brasil, a versão brasileira do filme novamente terá o roll de dubladores composto por Diogo Villela (Manny), Tadeu Melo (Sid) e Marcio Garcia (Diego), que tiveram que conciliar seu tempo na agenda entre seus outros trabalhos para dar vida aos personagens principais do filme, em uma brilhante atuação bem brasileira.
Villela é integrante do sitcom Toma Lá Da Cá e Garcia estrela a novela Caminho das Índias, ambos na Rede Globo. A atriz Cláudia Gimenez também empresta sua voz no filme, à mamute Ellie, feito já executado na saga anterior. Imperdível!
Confira o trailler (um deles, claro!):



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