O que mais temíamos, parece que vai acontecer. O fantasma do
racionamento, que tanto perseguiu os roraimenses antes do surgimento do Linhão de Guri, enfim vai dar as caras por aqui.
A crise energética na Venezuela, com direito a banhos de curta duração e estiagem por toda parte, terá seus reflexos em Roraima, já que em mais de dez anos, o poder público nunca deu a mínima para esta possibilidade. Ou apenas ignorou, empurrando com a barriga os projetos de criação de um sistema energético próprio.
Algumas empresas já 'apitaram', se colocando à disposição do Estado para fornecer energia elétrica à população. O Governo ainda estuda outras possibilidades para evitar um colapso de energia.
É inevitável lembrar do período negro, literalmente, nos idos de 97 e 98. A energia faltava constantemente; filas quilométricas se formavam nas unidades da Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer) por pessoas, munidas de baldes e bacias, que iam para buscar água (as máquinas paravam com a falta de energia e logo, não havia distribuição regular de água).
E quando o cidadão estava no melhor do sono, lá 'ia embora a luz'. E tome calor e carapanã na testa do cidadão.
A pergunta é: será que o Governo vai continuar com esse 'malabarismo' de idéias e projetos, sem se mover e fazer algo concreto? Ou só vão deixar para resolver depois que a economia local ser afetada com essa crise?
Caso isso aconteça, é bom que os geradores particulares de energia dos governantes cheguem a 'pifar', para que assim eles possam sentir na pele o que o povo passa com esse tormento. E Roraima é tão 'gelado', né?
racionamento, que tanto perseguiu os roraimenses antes do surgimento do Linhão de Guri, enfim vai dar as caras por aqui.A crise energética na Venezuela, com direito a banhos de curta duração e estiagem por toda parte, terá seus reflexos em Roraima, já que em mais de dez anos, o poder público nunca deu a mínima para esta possibilidade. Ou apenas ignorou, empurrando com a barriga os projetos de criação de um sistema energético próprio.
Algumas empresas já 'apitaram', se colocando à disposição do Estado para fornecer energia elétrica à população. O Governo ainda estuda outras possibilidades para evitar um colapso de energia.
É inevitável lembrar do período negro, literalmente, nos idos de 97 e 98. A energia faltava constantemente; filas quilométricas se formavam nas unidades da Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer) por pessoas, munidas de baldes e bacias, que iam para buscar água (as máquinas paravam com a falta de energia e logo, não havia distribuição regular de água).
E quando o cidadão estava no melhor do sono, lá 'ia embora a luz'. E tome calor e carapanã na testa do cidadão.
A pergunta é: será que o Governo vai continuar com esse 'malabarismo' de idéias e projetos, sem se mover e fazer algo concreto? Ou só vão deixar para resolver depois que a economia local ser afetada com essa crise?
Caso isso aconteça, é bom que os geradores particulares de energia dos governantes cheguem a 'pifar', para que assim eles possam sentir na pele o que o povo passa com esse tormento. E Roraima é tão 'gelado', né?

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